Tem opiniões e opiniões. Algumas, porém, com exemplos concretos e visiveis.
Paulo deu motivo para tantos tipos de opiniões...
Reconhecida de Utilidade Pública para o Município de Belém, a Associação Cidade Velha - Cidade Viva - CIVVIVA LEI Nº 9368 DE 23 DE ABRIL DE 2018.
Tem opiniões e opiniões. Algumas, porém, com exemplos concretos e visiveis.
Paulo deu motivo para tantos tipos de opiniões...
Recebi do amigo Anastacio Trindade ...
UM ARTIGO DO PEDRO GALVÃO SOBRE O PAULO CHAVES.
ESTÁ COMIGO DESDE 2019.
É O QUE PENSO:
Pare e pense
Poetas, seresteiros, namorados, correi. É chegada a hora de parar pra pensar.
Tomara que este apelo sensibilize os artistas, compositores, atores, dramaturgos, pintores e ativistas culturais que estão à frente – ou atrás – do movimento que exige a cabeça do Secretário de Cultura, Paulo Chaves Fernandes. A tirar pelas declarações à imprensa e nas redes sociais, esse é o item número um da sua pauta de reivindicações.
É uma forma de peitar o Governador Simão Jatene. Isso é intransigência, irmãozinhos. Será que é a maneira mais inteligente de negociar com um governante que, nos tempos da Lunik 9 de Gilberto Gil, foi também compositor e seresteiro?
A participação e a ação política são desejáveis e necessárias. Delas nascem os avanços e as mudanças. E o mesmo poderá acontecer agora, se as interferências político-partidárias, as questiúnculas pessoais e os pequenos ódios provincianos não atrapalharem.
Quais os argumentos dos desafetos de Paulo Chaves? Dizem que ele está há vinte anos na Secult sem nunca democratizar o acesso à arte e à cultura. E que seus projetos são elitistas, excludentes, megalomaníacos, personalistas. Menos, pessoal. São 14 anos. Com uma interrupção de quatro, sobre a qual nem é bom falar. E seus projetos, se me permitem a opinião, não são nem elitistas nem etc.
Mas vamos por partes. Primeiro a cabeça, que é o que a turma está exigindo.
Deveriam ser sete. Porque sete são as cabeças que tocam a política cultural do governo do Estado: Alex Fiúza de Melo, Secretário de Promoção Social, e, subordinados a ele, o Paulo, na Secult, Nilson Chaves , no Centur, Ney Messias, na Secom, Adelaide Oliveira, na Funtelpa, Dina Oliveira, na Fundação Curro Velho, Fábio Souza no IAP, Paulo José Campos de Melo na Fundação Carlos Gomes. O diacho é que a turma só quer a cabeça do Paulo. Então vamos lá.
Será elitista uma cabeça que, na Secult, editou 39 CDs de música popular paraense e 9 de música erudita, mas também paraense? Trabalhos de artistas como Verequete, Nego Nelson, Waldemar Henrique, o pessoal do Carimbó de Marapanim, Paulo André, Pardal, Waldemar Seresteiro, Lucinha Bastos e os chorões do Bar do Gilson, Mestre Catiá, Sebastião Tapajós, Antonio Carlos Maranhão, Choro Paraense, Charme do Choro, Andréa Pinheiro e Galo Preto, Salomão Habib, o CD duplo Pontos de Santo, Altino Pimenta, Wilson Fonseca e muitos outros.
Será excludente uma cabeça que realiza a Feira Panamazônica do Livro, levando milhares de pessoas todo ano ao Hangar, que também idealizou e construiu, colocando a população em contato com escritores e artistas, em shows e eventos? Que realizou Arrastões Culturais em Bragança, Paragominas e Soure? Que editou sessenta e tantos livros e álbuns importantes para a nossa cultura e a nossa história (como o lindo “Belém da Saudade”, a “História do Carnaval Paraense”, do Alfredo Oliveira, livros sobre cordões de pássaros e sobre Dalcídio, Francisco Paulo Mendes e Benedito Nunes)?
Julgue você mesmo. Paulo realizou obras como a primeira grande restauração do Ver-o-Peso, criou a Feira do Açaí e abriu a ladeira do Castelo. A restauração do mercado de São Braz. A reinvenção da Praça da República, em 1985, que ficou mais bonita do que jamais fora. Restaurou a Praça Batista Campos, o Largo de Palácio, o Largo da Sé com a Casa das Onze Janelas, a igreja de Santo Alexandre (mais bela do que nunca), o Museu de Arte Sacra e o Forte do Presépio. Pensou e construiu a Estação das Docas e o Mangal das Garças, hoje inseparáveis da vida da cidade. E quanto ao teatro? 1) Na Estação, construiu o Teatro Maria Sylvia Nunes, mais um anfiteatro e o Palco Móvel onde artistas se exibem todo dia. 2) Devolveu à cidade, restaurado, o Teatro Waldemar Henrique, que antes era agência bancária e de turismo. 3) Fez o Parque da Residência e nele construiu o teatrinho e a Estação Gasômetro. 4) Realizou a minuciosa restauração do Theatro da Paz, com toda a sua destinação para óperas e concertos, mas também para teatro e outras artes cênicas.
Será que tudo isso é megalomania? Então, que venha mais!
Depois de Landi e Antonio Lemos, creio que ninguém fez tanto pelo patrimônio arquitetônico, urbano e cultural desta cidade. Não é estranho que seja justamente essa cabeça que o movimento quer? Querem a cabeça. Deveriam querer um corpus, um corpo de idéias e projetos que ajudem a tornar mais bonita, rica, generosa e criativa a nossa cena cultural.
E aí, nesse momento, tenho certeza de que Simão Jatene jamais se negará a pegar seu violão para atravessar a noite cantando e pensando, com toda essa turma talentosa, até o raiar do dia em que vamos caminhar abraçados. Como os irmãos devem caminhar.
XXXXXXXXXXXXXX
Pedro Galvão é publicitário e, de vez em quando, comete os seus poemas.
Começou na semana passada a presença constante da PM a
partir das 21h, na Praça do Carmo fazendo respeitar as normas para evitar aglomerações.
Sem a presença deles, o anfiteatro continuava sendo usado como campo de
futebol, com público, inclusive. Todos sem máscara, até os skatistas que por ali apareciam.
As igrejas, presentes em tres praças da área tombada, também devem ser fruto de fiscalização, para o bem, seja dos religiosos que dos credentes.
Hoje, inicio do lockdown, durante o dia inteiro vimos, regularmente, a presença d Policia Militar, seja com viaturas, motos, ou a cavalo, controlar o respeito do lockdown na Cidade Velha. Isso era necessário, senão continuariam, todos, a ignorar as decisões do Governo do Estado, visando reduzir os casos de Covid-19 na região.
A conscientização do povo relativamente as medidas obrigatórias são determinantes para um bom resultado. A população precisa entender a gravidade desse virus. Mesmo com tanta gente morrendo ainda tem aqueles que não acreditam, e contrariando as normas so prejudicam as tentativas de freiar a pandemia.
Se não forem fiscalizadas tods as atividades, em todos os bairros, infelizmente, não teremos o resultado esperado. A restrição na circulação de pessoas e o funcionamento apenas dos serviços considerados essenciais, são medidas extremas, mas necessários a fim disso.
Não é de todo dia, ver o anfiteatro da Praça do Carmo, livre de jogadores de futebol.... e portas e cancelos não serem alvo de boladas. A fiscalização deve, durante o período de lockdown, ser severa e permanente em todos os locais dos vários bairros, principalmente a causa da defesa da nossa saúde.
É necessário que o descumprimento das normas seja penalizado a fim de educar, todos, ao respeito de tão necessária providência.
Na nossa realidade as sanções se tornam obrigatórias, como metodo educativo.
A Policia Militar está fazendo o seu dever.Que continui assim a fiscalização do respeito das leis.
A responsabilidade é de todos.... vamos colaborar.
Mais de 280.000 mortos é uma coisa absurda.
Tomamos
conhecimento, no ano passado, de que tinha sido criado em Porto Alegre (RS), em
10 de outubro de 2019, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural
Brasileiro, o qual deveria reunir entidades da sociedade civil para fomentar a
mobilização contra ataques promovidos contra o IPHAN e o Patrimônio Cultural
Brasileiro.
Depois, lemos uma nota do prof. Antonio Augusto Arantes Neto que, no âmbito de tal Fórum, discursava sobre o “conjunto de instrumentos jurídicos, além das normas administrativas dele derivadas, formam um regime complexo de governança cuja implementação não apenas requer do gestor conhecimento especializado como, mais do que outros, repousa no princípio de participação, tanto do Conselho Consultivo do órgão, quanto das comunidades, cujos referenciais de pertencimento se pretenda fortalecer.” Com essa nota ele exigia um alinhamento a esses princípios. Alguns estados aderiram.
O Pará, enviou uma carta, sem assinatura nem referência a alguma entidade local em particular, apresentando “demandas e contribuições aos candidatos à prefeitura de Belém para o mandato 2021/2024, solicitando o compromisso, caso eleito, de considerar e atender às nossas reivindicações pela preservação e valorização dos bens culturais materiais e imateriais, e ambientais do município, manifestando a disposição deste Fórum ao diálogo.”
Esta
Associação, também disposta ao diálogo, através de seus blogs enfrentou alguns
problemas da área tombada da Cidade Velha com os candidatos a Prefeito. Morando na área tombada, os problemas são sentidos na pele e se tornam mais oprimentes e faceis de elencar, e assim fizemos:
https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2020/10/continuam-chegando-artigos-e-fotos.html
https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2020/09/3-para-os-candidatos-levarem-em.html
https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2018/10/e-mais-barulho.html (11.09.2020)
https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2020/09/2-atencao-senhores-candidato.html
https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2020/09/1-atencao-senhores-candidatos.html
Achamos
que chegou o momento de ter respostas a respeito dos problemas colocados seja
por nós, que por quem escreveu em nome do mencionado Fórum.
Há
poucos dias, esta Associação enviou ao Prefeito eleito Dr. Edmilson Rodrigues,
algumas PROPOSTAS PARA A ÁREA TOMBADA DA CIDADE VELHA. A intenção foi
aproveitar as sugestões e orientações dadas pela Lei Orgânica do Município
(30/03/1990), nos seus artigos 108 e 116, onde insistem em estimular e sugerir
a participação da comunidade no processo de planejamento do desenvolvimento
urbano.
Na verdade a
nossa odisseia foi num OFICIO DE REGISTRO DE TITULOS E DOCUMENTOS, e, depois
desta explicação será mais facil entender porque não existem tantas associações
regularizadas como prevêem as leis em vigor.
Segundo
prevê a Constituição em seu
art. 216. V.1º. O Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá
o patrimônio cultural brasileiro...
A Lei Orgânica do
Município determina em seus
art. 108: O Município promoverá o desenvolvimento fundado
na valorização...
II - estímulo à participação da
comunidade através de suas organizações representativas;
Art. 116. A política urbana a ser formulada e
executada pelo Município terá como objetivo, no processo de definição de
estratégias e diretrizes gerais, o pleno desenvolvimento das funções sociais da
cidade e a garantia do bem-estar de sua população, respeitados os princípios
constitucionais federais e estaduais e mais os seguintes: I
item VI - preservar o patrimônio ambiental e
valorizar o patrimônio arquitetônico, artístico, cultural e ambiental do
Município, através da proteção ecológica, paisagística e cultural; e
item VII - promover a participação
comunitária no processo de planejamento de desenvolvimento urbano municipal.
Essa premissa serve para saberem em quais normas a CIVVIVA se baseou para, em 2007, registrar seu Estatuto e trabalhar seguindo as leis.
Dia 29 de dezembro
de 2020, após regular convocação, a CIVVIVA realizou uma ASSEMBLEIA GERAL
EXTRAORDINARIA afim de promover alterações estatutárias na forma do art. 14.I, do
Estatuto Social.
Tal
Assembleia aconteceu virtualmente, por intermédio do aplicativo GoogleMeet, link
meet.google.co/wxu-zbuw-uju, e no dia 04/01/2021 demos entrada da documentação
no oficio preposto a averbação da Ata e do Estatuto.
O tempo para exame era de quatro a cinco dias, que para nós parecia muito, mas engolimos em seco. Perguntamos, porém, quantas pessoas trabalhavam ali: somente três. A atendente entendeu o porque da nossa pergunta e se justificou dizendo que naquele fim de ano o trabalho tinha aumentado muitíssimo..
Apesar de nos terem dado a relação da documentação necessária, faltava algo de 2015, que eles nao encontravam...e quand fomos buscar, estava tudo parado... e tivemos que voltar com o que faltava e recomeçar a contar os dias.
Uma semana
depois nos apresentamos para retirar a documentação e, em vez, nos devolveram
para algumas correções que se fizeram necessarias, inclusive porque leis nacionais mudaram nesse intervalo de tempo. Perguntei por que não me avisaram logo por telefone? Porque eu estava na lista de espera para ser chamada...amanhã, ou seja, mais um semana perdida.
Aproveitei para perguntar sobre a despesa que teríamos e me informaram sobre a
impossibilidade de responder pois dependia de alguns dados não disponíveis
ainda, como o número de páginas da Ata e do Estatuto.
Consegui
saber porém como era feita essa acontagem:
1ª. Pagina do
Estatuto: R$ 121,70
Cada lauda:
R$ 21,10
Se o Estatuto
tem doze paginas: R$ 432,75
Se a Ata tem
dez paginas: R$ 384,..
Se tiver
quatro folhas: R$ 239,85
A nossa Ata
tinha apenas duas páginas, mas a Convocação e a lista dos presentes faziam
parte, assim iria custar R$ 239,85.
A Covid 19 chegou na Civviva e levamos mais
tempo para fazer as modificações e reconhecer as assinaturas. Acabamos levando
tudo somente dia 01/02/21 e disseram de voltar na próxima segunda feira, dia
08. Reclamei, cansada de todo esses vai-e-vem, mas nada consegui.
Na tarde do dia seguinte telefonaram avisando que
estava tudo pronto e eu me apresentei esta manhã, dia 03/02, para pagar e
retirar os documentos devidamente registrados. Paguei a beleza de R$ 623,20 e fui surpresa com informação que o recibo podia ser retirado no dia seguinte.
Como? Já exaltada
comecei a reclamar da falta de respeito com os cidadãos; que paguei ‘um
dinheirão’ e ainda tinha que suportar todo esse vai-e-vem...?
Em 5 minutos saiu o recibo, mas os documentos, so amanhã. Como amanhã? porque tinham outros na minha frente, responderam...mas naquele momento so tinha eu no local. Falei da prioridade que deveria ter vista a minha idade, e aborrecidissima, ja reclamei do preço para tanta espera. Me pediram para esperar um momento...e em quinze minutos me deram a documentação e entendi o porque: o oficial que a devia assinar, estava ausente...outra pessoa assinou por ele.
Se não tivesse reclamado teria que sair mais uma vez , no dia seguinte... apesar de todos os pedidos para ficarmos em casa.
Praticamente,
subtraindo os poucos dias do Covid, além de todo esse vai-e-vem, foram mais de 20 dias
de espera... além dessa despesa enorme que acaba sendo o motivo principal do desrespeito de quanto previsto na Lei Orgânica do Municipio por
parte de quem gostaria de agir no respeito das leis em vigor.
QUANTAS PESSOAS CONHECEM ESSAS NORMAS?
E QUANTAS A APLICAM???
E quem tem obrigação de verificar o respeito disso tudo?Sócia da Civviva, esta amiga que vivia em Portugal ha mais de trinta anos, nos deixa orfãos. Fez questão de entrar na nossa associação e, mesmo de longe, ajudava como podia.
Foi homenageada várias vezes em suas vindas a Belém. Tivemos o prazer de suas visitas quando aqui chegava e nos recebia quando iamos a Lisboa. Colaboramos em algumas ocasiões com sua produção e temos alguns dos livros que publicou.
O ultimo contato escrito que tivemos com ela foi dia 28 de agosto de 2020, avisava de sua doença e falava sobre sua colaboração com a Para+, aqui de Belém. Tinha enviuvado ha pouco tempo e essa doença acabou levando-a para uma casa de saúde onde evitou todo e qualquer contato com amigos.
Depois soube que queria voltar a viver aqui em Belém, mas desaconselhei. Começou o silencio. Insistimos por todos os meios de falar diretamente com ela nos ultimos meses, sem algum resultado.
Fica a saudade de uma amizade antiga e o reconhecimento da validade de todo seu trabalho sobre a Amazônia.
Será cremada neste sábado 23 de janeiro, às 14 horas de Portugal.
MISSA DE 7o DIA
SERÁ TRANSMITIDA AO VIVO PELAS REDES SOCIAIS DA CATEDRAL DE BELÉM,
AS 9HORAS DA MANHÃ A SANTA MISSA EM INTENÇÃO DA NOSSA AMIGA, JORNALISTA
E ESCRITORA PARAENSE, FALECIDA EM LISBOA NO ULTIMO DIA 18.
ANETE DA COSTA FERREIRA
http://www.facebook.com/catedraldebelem
https://www.youtube.com/catedraldebelem
Inscreva-se em nossos canais para acompanhar
Transcrevemos esta triste noticia do Facebook de Edilson Mota: