Como resposta da nossa carta pedindo providencias relativamente ao aumento da criminalidade e da violência na Cidade Velha, recebemos da Dra. Angela Sales, presidente da OAB nota onde:
"Informo que oficiei a ilustre Governadora do Estado para solicitar a adoção das providencias urgentes, bem como ratificando os pleitos formulados por V.Sa.
"Aproveito a oportunidade para convidar V.Sas. para integrar a coordenação da campanha "Brasil contra a Violência e pela Cultura da Paz" lançada nacionalmente pela OAB, em conjunto com a CNBB e a Associação dos Juizes Federais - AJUFE, tendo sido designado o dia 18 de maio, às 10 horas, na Praça da República, para realização de ato público de lançamento."
Agradecemos o convite.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Pedido de Desculpas
A CiVViva, no uso de suas atribuições legais e diante dos esclarecimentos prestados no programa Balanço Geral, vem a publico pedir desculpas ao proprietário da área situada na Veiga Cabral/Bom Jardim pelo equivoco ocorrido relativo a possível construção e informar que essa nota foi baseada em informações prestadas por Célio do Hangsburg. e pelo Sr. Dudu Kawage que até nos trouxe as fotografias da área, ambos moradores deste bairro.
Nos retratamos, portanto, publicamente e agradecemos o espaço que nos foi dado por Valdo Souza.
Luzivaldo Lima
Secretário
Nos retratamos, portanto, publicamente e agradecemos o espaço que nos foi dado por Valdo Souza.
Luzivaldo Lima
Secretário
domingo, 27 de abril de 2008
A CARTA QUE MANDAMOS
Exma. Sra.
Ana Julia Carepa
D.D. Governadora do Estado do Pará
Exmo. Sr.
Dulciomar Costa
D.D. Prefeito de Belém
Exmo. Dr.
Geraldo de Mendonça Rocha
D.D. Procurador Geral do
Ministério Publico do Estado do Pará
Exmo. Sr.
Luis carlos Ruffeil
M.D. Com.te geral da Policia Militar do Estado
Exma. Sra.
Ângela Sales
M.D. Presidente da
Ordem dos Advogados do Brasil
Seção Pará
Exma. Sra,
Ellen Margareth da Rocha
M.D. Com.te da Guarda Municipal de Belém
Prezados/as Senhores/as
Com a presente, moradores, comerciantes, estudantes, religiosos e demais usuários do bairro da Cidade Velha, vem muito gentilmente solicitar a. atenção de Vs. Sas, relativamente ao aumento da violência no bairro mais antigo da cidade de Belém.
Devemos dizer, inicialmente, que após a criação das duas policias especiais - Rotam e Rocam - com a finalidade de reforçar o combate ao crime organizado, aumentou o patrulhamento motorizado diurno, do bairro. De fato, cada duas três horas, automóveis com policiais passam por algumas ruas da Cidade Velha.
Isso, infelizmente, porém, não levou a redução da delinqüência (entendendo por “delinqüir” toda infração às leis, falta, crime ou delito, com ou sem arma) o que se está verificando na verdade é uma redução das denuncias. Desiludidos, depois de vários assaltos sem ver solução, a maior parte dos cidadãos de bem, não procura mais as delegacias para “dar parte”, o que leva a falsear as estatísticas.
Além do mais, temos a impressão que o crescimento populacional nos últimos anos não teve adequada correspondência no aumento do numero de policiais e guardas destinados à nossa segurança. Neste caso pensamos que não somente os cidadãos, mas os policiais também devem ter seus direitos garantidos, tais como salários compatíveis com o perigo no enfrentamento dos delinqüentes, compreensão por parte das autoridades ou Comissões ligadas aos Direitos Humanos, no que tange a real situação de vida destes policias, a lhes garantir, dentro da legalidade, respeito e autoridade de agentes protetores da sociedade.
Assim sendo, preocupados por tanta insegurança, anexo a esta, enviamos cerca de 3.000 (três mil) assinaturas recolhidas de casa em casa, de loja em loja, nos colégios e bares da parte histórica da Cidade Velha. Todos, sem exceção, tinham um ou mais casos para contar; todos pedem ajuda; todos querem segurança; todos gostariam que, o bairro que deu origem a nossa cidade, tivesse a atenção que merece.
Das 18 horas até as 7,30 da manhã é impossível, não somente aguardar a chegada dos ônibus nas paradas, mas também andar por qualquer rua do bairro. Nesse horário se multiplicam os assaltos. A partir do meio dia de sábado, com o fechamento das lojas comerciais e a diminuição do trafego de ônibus, caminhões, etc., as ruas ficam a mercê de quem entende delinqüir. O medo de sair de casa, para os outros, é um fato concreto. O aparente sossego presente nas ruas vem a demonstrar o receio do morador de sair de sua residência por pavor do que possa acontecer. É justo viver nessas condições?
Somos conscientes que a violência não acontece somente na Cidade Velha. Aqui, como em outros bairros, as necessidades são iguais. Em vez de diminuir, alias, aumenta o clamor por uma maior atenção no campo da segurança pública, em toda a cidade.
Gostaríamos que as Vossas atenções se dirigissem, portanto, para o que os cidadãos pedem. No nosso caso, durante a coleta de assinaturas, duas sugestões foram dadas: a volta do PM Box para a Praça do Carmo e guardas ou policiais pelas ruas, 24 horas por dia. Somos três mil cidadãos a pedir isso, e pensamos ter todo direito.
Certos de podermos contar com a compreensão e providência de V.Excia., agradecemos,
Cordialmente.
Assinado por:
Pe. José Gonçalo Vieira (Cura da Sé)
Pe. Genaro Tesauro (Diretor Colégio do Carmo)
Dulce Rosa Rocque (Pres. CiVViva)
Flavio Nassar (Fórum Landi)
Ana Julia Carepa
D.D. Governadora do Estado do Pará
Exmo. Sr.
Dulciomar Costa
D.D. Prefeito de Belém
Exmo. Dr.
Geraldo de Mendonça Rocha
D.D. Procurador Geral do
Ministério Publico do Estado do Pará
Exmo. Sr.
Luis carlos Ruffeil
M.D. Com.te geral da Policia Militar do Estado
Exma. Sra.
Ângela Sales
M.D. Presidente da
Ordem dos Advogados do Brasil
Seção Pará
Exma. Sra,
Ellen Margareth da Rocha
M.D. Com.te da Guarda Municipal de Belém
Prezados/as Senhores/as
Com a presente, moradores, comerciantes, estudantes, religiosos e demais usuários do bairro da Cidade Velha, vem muito gentilmente solicitar a. atenção de Vs. Sas, relativamente ao aumento da violência no bairro mais antigo da cidade de Belém.
Devemos dizer, inicialmente, que após a criação das duas policias especiais - Rotam e Rocam - com a finalidade de reforçar o combate ao crime organizado, aumentou o patrulhamento motorizado diurno, do bairro. De fato, cada duas três horas, automóveis com policiais passam por algumas ruas da Cidade Velha.
Isso, infelizmente, porém, não levou a redução da delinqüência (entendendo por “delinqüir” toda infração às leis, falta, crime ou delito, com ou sem arma) o que se está verificando na verdade é uma redução das denuncias. Desiludidos, depois de vários assaltos sem ver solução, a maior parte dos cidadãos de bem, não procura mais as delegacias para “dar parte”, o que leva a falsear as estatísticas.
Além do mais, temos a impressão que o crescimento populacional nos últimos anos não teve adequada correspondência no aumento do numero de policiais e guardas destinados à nossa segurança. Neste caso pensamos que não somente os cidadãos, mas os policiais também devem ter seus direitos garantidos, tais como salários compatíveis com o perigo no enfrentamento dos delinqüentes, compreensão por parte das autoridades ou Comissões ligadas aos Direitos Humanos, no que tange a real situação de vida destes policias, a lhes garantir, dentro da legalidade, respeito e autoridade de agentes protetores da sociedade.
Assim sendo, preocupados por tanta insegurança, anexo a esta, enviamos cerca de 3.000 (três mil) assinaturas recolhidas de casa em casa, de loja em loja, nos colégios e bares da parte histórica da Cidade Velha. Todos, sem exceção, tinham um ou mais casos para contar; todos pedem ajuda; todos querem segurança; todos gostariam que, o bairro que deu origem a nossa cidade, tivesse a atenção que merece.
Das 18 horas até as 7,30 da manhã é impossível, não somente aguardar a chegada dos ônibus nas paradas, mas também andar por qualquer rua do bairro. Nesse horário se multiplicam os assaltos. A partir do meio dia de sábado, com o fechamento das lojas comerciais e a diminuição do trafego de ônibus, caminhões, etc., as ruas ficam a mercê de quem entende delinqüir. O medo de sair de casa, para os outros, é um fato concreto. O aparente sossego presente nas ruas vem a demonstrar o receio do morador de sair de sua residência por pavor do que possa acontecer. É justo viver nessas condições?
Somos conscientes que a violência não acontece somente na Cidade Velha. Aqui, como em outros bairros, as necessidades são iguais. Em vez de diminuir, alias, aumenta o clamor por uma maior atenção no campo da segurança pública, em toda a cidade.
Gostaríamos que as Vossas atenções se dirigissem, portanto, para o que os cidadãos pedem. No nosso caso, durante a coleta de assinaturas, duas sugestões foram dadas: a volta do PM Box para a Praça do Carmo e guardas ou policiais pelas ruas, 24 horas por dia. Somos três mil cidadãos a pedir isso, e pensamos ter todo direito.
Certos de podermos contar com a compreensão e providência de V.Excia., agradecemos,
Cordialmente.
Assinado por:
Pe. José Gonçalo Vieira (Cura da Sé)
Pe. Genaro Tesauro (Diretor Colégio do Carmo)
Dulce Rosa Rocque (Pres. CiVViva)
Flavio Nassar (Fórum Landi)
sábado, 26 de abril de 2008
Bairro perigoso...
Repórter 70 – edição 26/04/2008
“As polícias Militar e Civil fizeram uma espécie de ocupação nos bairros da Cidade Velha e do Umarizal, considerados os dois mais perigosos do centro. A ação terminará no final de maio.”
A nossa coleta de assinaturas denunciando o aumento da violência na Cidade Velha serviu para algo.
Vamos esperar o fim do mês de maio para comentar os resultados. Por enquanto agradecemos e desejamos bom e eficiente trabalho aos policiais que “ocupam” nosso bairro.
“As polícias Militar e Civil fizeram uma espécie de ocupação nos bairros da Cidade Velha e do Umarizal, considerados os dois mais perigosos do centro. A ação terminará no final de maio.”
A nossa coleta de assinaturas denunciando o aumento da violência na Cidade Velha serviu para algo.
Vamos esperar o fim do mês de maio para comentar os resultados. Por enquanto agradecemos e desejamos bom e eficiente trabalho aos policiais que “ocupam” nosso bairro.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Do Blog do Barata
(IN)SEGURANÇA – Dois assaltos na frente da casa do pai da governadora
Como a iluminação pública é precária na rua Apinagés, na altura onde mora o engenheiro Arthur Carepa, já foram registrados dois assaltos na porta da casa do pai da governadora. Se nem o doutor Arthur Carepa está a salvo da insegurança pública, o que dirá nós, pobres mortais!
Como a iluminação pública é precária na rua Apinagés, na altura onde mora o engenheiro Arthur Carepa, já foram registrados dois assaltos na porta da casa do pai da governadora. Se nem o doutor Arthur Carepa está a salvo da insegurança pública, o que dirá nós, pobres mortais!
terça-feira, 11 de março de 2008
RECOMEÇA O TAI-CHI-CHUAN NA PRAÇA
Amigos,
na proxima segunda-feira, 17/03, a partir das 06 horas da manhã, terá inicio uma nova oficina de Tai-chi-chuan na Praça do Carmo. Fernando Rabelo será o instrutor.
Inscrições no local.
na proxima segunda-feira, 17/03, a partir das 06 horas da manhã, terá inicio uma nova oficina de Tai-chi-chuan na Praça do Carmo. Fernando Rabelo será o instrutor.
Inscrições no local.
quinta-feira, 6 de março de 2008
ABAIXO ASSINADO: EXITO
A COLETA DE ASSINATURAS CONTRA A VIOLÊNCIA NA CIDADE VELHA, NO SABADO (01/03/2008), RESULTOU EM 1.500 ADEPTOS.
AGORA, COM AS OUTRAS RECOLHIDAS EM COLÉGIOS E FACULDADES DA NOSSA ÁREA DO CENTRO HISTÓRICO, JÁ TEMOS 2.000.
JA É UM BOM INICIO.
AGORA, COM AS OUTRAS RECOLHIDAS EM COLÉGIOS E FACULDADES DA NOSSA ÁREA DO CENTRO HISTÓRICO, JÁ TEMOS 2.000.
JA É UM BOM INICIO.
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