Por questão de transparência e para oportuno conhecimento de quem mora no entorno da Praça do Carmo, publicamos a ata de uma reunião sobre a poluição sonora, em frente a igrejas, que aconteceu recentemente.
Como poderão notar nos nossos blogs a quantidade de reclamações que continuamos a fazer neste ultimo ano, não teve algum motivo para diminuir. Nos admiramos portanto da informação registrada na Ata abaixo, dada por um "Secretario".
Como moradores da Praça do Carmo situada na Cidade Velha, informamoscom surpresa e cheia de perplexidade, que até hoje continuam a acontecer eventos,
desrespeitosos das normas em vigor, mesmo se o Secretario nega ter dado
autorizações depois do dia 26/08/2025. A "Circular" é um exemplo que se repete
quase que mensalmente.
Sempre informamos o 1o. PJ do Meio Ambiente a respeito de vários abusos que
aconteceem nesta nossa Pça do Carmo e a Policia Militar, também. Nos sentimos até
na obrigação de aprofundar o argumento no nosso blog, de tanto que é ignorado:
https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2026/03/poluicao-e-lei-do-silencio.html
Trata-se de algo extraordinário, inesperado e chocante ter que acreditar que ninguem
autorizou todo o caos que acontece nesta area tombada durante os fins de semana, e
que nenhum orgão público tenha tomado conhecimento, também... apesar de todas as
nossa denúncias.
Por acaso, não existe ninguem que cuide da Ordem Publica na SEURB ao menos, ou
mesmo a PM e GM, para verificar com autorização de quem isso continuou a
acontecer ? ou aconteceram sem alguma autorização? Ou mesmo, se tem outra praça
com esse mesmo nome por aqui que o Secretário conhece?
Trata-se de algo extraordinário, inesperado e chocante ter que acreditar que ninguem
autorizou todo o caos que acontece nesta area tombada durante os fins de semana, e
que ninguem tenha tomado conhecimento das nssas denuncias.
A nossa Constituição sugere algo que também ninguem lembra de respeitar:
- art.216, V, item 1: O Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e
protegerá o patrimonio cultural brasileiro (...)
É isso que esta Associação tenta fazer,
e ninguém dá valor.
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